Blog do Ailton Amélio

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25/04/2011

Vídeo- Descompromisso: você superficializou seus relacionamentos?

Por Ailton Amélio às 11h26

18/04/2011

Kit para a sobrevivência após o fim do relacionamento amoroso

 “Reconhece a queda e não desanima./ Levanta, sacode a poeira/ E dá a volta por cima.”

(Volta por cima, de Paulo Vanzolini)

Muita gente acha que o sofrimento causado pelo rompimento de um relacionamento amoroso tem a sua principal origem  na perda do amor do parceiro. Embora este realmente seja um motivo importante deste tipo de sofrimento, muitas vezes ele não é o mais importante. Os principais danos produzidos pelo término de um relacionamento que já está plenamente estabelecido são os seguintes: dores de amor, rebaixamento da autoestima, vazio provocado pela perda da companhia do parceiro, perda da identidade de casado, prejuízos nas ligações sociais, invalidação de planos de vida e perdas econômicas.

Vamos examinar alguns desses danos e a forma de lidar com eles na clínica psicológica.

Quando o amor provoca sofrimentos

O amor pode ser fonte de intensos prazeres e, infelizmente, de imensos sofrimentos. Vamos examinar agora algumas das principais circunstâncias onde o amor provoca sofrimentos, os motivos desses sofrimentos e algumas formas de aliviá-los.

 - Amor não correspondidoMuita gente se apaixona unilateral e silenciosamente e, quando vai verificar se é correspondida, constada que o amado não sente o mesmo e, além disso, elimina todas as esperanças que isso possa acontecer no futuro (“Você não é o meu tipo”; “Estou apaixonado por outra e espero continuar assim”, etc.). O amado, muitas vezes, nem desconfiava do amor que inspirava em quem está fazendo esta revelação. Quase ninguém se satisfaz apenas por estar apaixonado, independentemente da retribuição do parceiro. Pelo contrário, a satisfação depende fortemente dessa reciprocidade.

- Amor que se extinguiu unilateralmente após ter sido correspondido. Segundo alguns teóricos dessa área, quando o amor foi correspondido anteriormente, mas uma das partes deixou de amar, essa perda da correspondência cria uma espécie de síndrome da abstinência – o apaixonado não correspondido apresenta reações semelhantes àquelas exibidas por um drogado que parou repentinamente de tomar a droga: após certo tempo, ele começa a experimentar sofrimento intenso, alterações fisiológicas, alterações do sono, alterações motivacionais, pensamentos intrusivos e obsessivos sobre o amado. Todas estas manifestações podem durar até que a dependência se enfraqueça, o que pode levar um bom tempo.

- Amor que perdura, embora o relacionamento seja ou tenha se tornado impossível. Muitas vezes os parceiros se amam, mas não podem se unir (por exemplo, ambos são casados e não se sentem em condições de terminar seus casamentos). Outras vezes, aconteceu algo muito grave entre eles e isso inviabilizou a continuidade de seus relacionamentos. Por exemplo, um dos parceiros cometeu algo que o outro considerou grave e imperdoável e isso  levou-o  ao termino do relacionamento .

Medidas para diminuir o apaixonamento

Esses casos onde há amor, mas ele não é correspondido ou o relacionamento entres os amantes é impossível, são muito doloridos e paralisantes (por exemplo, os envolvidos perdem o sono,  alteram o apetite, perdem a motivação para outras atividades e pensam obsessivamente no amado).

Muita gente procura o meu consultório pedindo ajuda para aliviar este sofrimento atroz e para que suas vidas possam sair da paralisia. Para ajudar essas pessoas desenvolvi uma técnica terapêutica que foi baseada na inversão da teoria do apaixonamento de Stendhal. Essa teoria é uma das mais aceitas entre os estudiosos deste tema. Ela afirma que para haver amor são necessários alguns requisitos, entre os quais, a admiração e a esperança de reciprocidade.

Essa técnica tem que ser usada com o auxílio de um psicólogo porque durante sua aplicação aparecem muitos fatos imprevisíveis que devem ser cuidados através de outras medidas terapêuticas (por exemplo, a pessoa revive outras situações de abandono na infância).

Sumariamente, esta técnica é a seguinte:

- Desidealizar o parceiro. 

Um dos ingredientes essenciais do amor é a admiração pelo amado. Por isso, uma forma de desapaixonar é diminuir essa admiração. A admiração pode ser diminuída através do combate à idealização do parceiro. Existem várias evidências de que boa parte da admiração é fruto da idealização. Por exemplo, (1) existem estimativas que os esposos que convivem há muito tempo só conhecem cerca de 50% das características mútuas; (2) todos nós tendemos a cuidar da imagem que projetamos para os outros: tentamos ocultar nossos defeitos e ressaltar nossas qualidades. Isso contribui para que o outro tenha uma imagem distorcida a nosso respeito; (3) quem ama tende a exagerar as qualidades do amado e a minimizar ou a não focalizar seus defeitos. Uma evidência desse fenômeno foi apresentada por uma pesquisa que verificou que quem ama avalia o amado muito melhor do que os amigos o viam. Diga-se de passagem, que os amigos já idealizam bastante as qualidades dos outros amigos.

Uma forma de diminuir o apaixonamento é “corrigir” estas distorções demasiadamente otimistas sobre o amado rejeitador. Uma forma de fazer isso é questionar a percepção das suas qualidades e dedicar tempo para pensar e conversar sobre os seus defeitos. Pouco a pouco estes pensamentos ruins sobre o parceiro vão minando os sentimentos amorosos em relação a ele.

- Associar as lembranças do amado com coisas ruins

Essa medida tem efeito semelhante à anterior. Ela consiste na associação pura e simples de lembranças positivas do amado com eventos desagradáveis. Por exemplo, imediatamente após lembrar do seu sorriso maravilhoso, obrigar-se a lembrar nitidamente de uma ocasião onde ele se comportou de forma muito desagradável com você. Repassar na sua imaginação estes acontecimentos negativos, tal como você estivesse assistindo a um filme desagradável. Estas associações das boas lembranças do parceiro com as ruins vão diminuindo a conotação positiva que ele tem para você. Quanto mais intensas e vívidas as imagens negativas usadas nessas associações, mais eficazes elas são.

- Pôr a esperança à prova

Caso ainda haja esperança de reciprocidade amorosa por parte do parceiro, o que resta fazer é ir atrás dele e conferir se tal esperança é alicerçada em fatos. Caso o seja, o relacionamento é reassumido e o tratamento pode ser interrompido devido ao final feliz. Caso fique claro que a esperança era ilusória, haverá uma dor intensa, mas de curta duração, e, então, o amor se extinguirá.

- Amor com amor se cura

Nada melhor do que se envolver com outra pessoa para esquecer um antigo amor e melhorar a autoestima. Por outro lado, este remédio pode ter efeitos colaterais piores do que a doença: quem ainda não está curado de um amor frustrado tem mais chance de se envolver com outro parceiro que também seja inadequado.

Baixa na autoestima provocada pelo fora

Geralmente o “fora” produz um rebaixamento na autoestima. Os efeitos do fora em si, que independem das outras consequências abordadas nos outros tópicos desse artigo, ficam claros quando uma pessoa já ia terminar o relacionamento, mas a outra toma essa iniciativa primeiro. Quando aquela pessoa que já ia terminar o relacionamento leva o fora, a sua autoestima pode diminuir devido à rejeição explícita por parte da outra pessoa. Essa rejeição, além de rebaixar a autoestima, também indica que o parceiro que a tomou está autoconfiante e equilibrado.

A maneira correta de interpretar os significados e os motivos do fora contribuem para que os danos à autoestima não sejam exagerados e possam ser recuperados mais rapidamente. Uma parte desta “maneira correta” é ver como natural e esperado que várias tentativas de inícios de relacionamentos sejam realizadas e que vários relacionamentos já iniciados não durem muito, antes que um relacionamento satisfatório e duradouro seja estabelecido. Aqueles que atribuem significados profundos ao fora e acreditam que ele foi motivado exclusivamente pelos seus deméritos geralmente sofrem mais do que aqueles que são mais realistas neste tipo de interpretação. Trata-se de uma distorção bastante pessimista atribuir todos os foras aos defeitos pessoais e esquecer os problemas de quem deu o fora (por exemplo, o parceiro pode ter dado o fora porque não consegue assumir compromissos, porque pode estar estressado ou porque está deprimido) e as circunstâncias que podem ter contribuído para este acontecimento (por exemplo, o parceiro pode estar dando mais uma oportunidade para uma pessoa de quem ele gosta menos do que de você simplesmente porque tem filho com ela e está pensando mais no interesse dele).

Desintegração de setores da vida de quem se separa

O fora pode acontecer a qualquer momento, desde os primeiros momentos do início do relacionamento (por exemplo, durante as primeiras tentativas de flerte que podem não ser correspondidas ou as primeiras conversas que fracassaram), até o término de um casamento que já existe há bastante tempo.

À medida que o tempo de relacionamento vai aumentando, existe uma tendência de os parceiros amorosos irem integrando vários setores de suas vidas: lazer, compromissos, atividades econômicas, apoio psicológico, atividades sexuais e planos para o futuro. Quanto maior o grau de integração nestes setores, maiores os problemas que terão que ser enfrentados em decorrência da separação. Muitos dos desconfortos produzidos pelos danos nestes setores são confundidos com o amor não correspondido. Por exemplo, é muito difícil saber quanto do desconforto é produzido pela rejeição amorosa, quanto é produzida pela falta de programa no fim de semana e pela decomposição da identidade de casado.

A reparação deste tipo de dano da separação consiste em refazer, o mais rápida e eficientemente possível, aquilo que foi prejudicado pela separação. Este tipo de recomposição da vida de quem acabou de sair de um relacionamento pode ser bastante agilizado com o auxílio de um psicólogo

·        Desintegração da vida social de quem se separa

Quando o fora acontece logo no início do relacionamento, é mais provável que os parceiros ainda não tenham integrado os seus círculos de relações. Além disso, quando eles não têm outros tipos de relacionamento entre si (por exemplo, não têm relações comerciais entre si), os danos ocasionados pelo fora ficam mais restritos à auto-estima, à hetero-imagem e à visão das dificuldades para iniciar um relacionamento amoroso.

Danos para a heteroimagem. É possível que o fora provoque algum dano para a imagem social daquele que o recebeu: aqueles que tomem conhecimento deste acontecimento podem passar a valorizar mais quem foi rejeitado. É por isso que muita gente fica desconfortável quando leva um fora em público ou disfarça quando alguém pergunta sobre quem terminou o relacionamento.

·        Desintegração de parte da identidade de quem se separa

Quanto mais o parceiro que recebeu o fora incluiu o parceiro rejeitador na sua identidade pessoal e pública, maior vai ser o dano provocado pelo fora. (“Deixamos de ser eu e tu e nos tornamos nós”). Aquele cujo relacionamento foi desfeito terá que refazer, o mais rapidamente possível, o seu autoconceito de “eu sozinho”. O auxílio de um psicólogo pode ajudar muito a acelerar este processo.

“Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”

VEJA MAIS SOBRE ESSE ASSUNTO NO MEU VÍDEO ABAIXO: "TERAPIA DO DESAPAIXONAMENTO"

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Por Ailton Amélio às 11h18

11/04/2011

Vídeo: "Terapia do Desapaixonamento"

Por Ailton Amélio às 10h11

04/04/2011

O sexo proporciona mais benefícios do que você imagina

O sexo possui pelo menos duas grandes funções para a espécie humana: a procriação e a vinculação. A função procriativa é bastante óbvia: é através do sexo que praticamente toda a humanidade foi gerada até agora. (Recentemente foram inventadas algumas técnicas de fecundação artificial. Estas técnicas, no entanto, só foram utilizadas em um número reduzido de casos, geralmente quando a reprodução sexuada não funcionou).

A segunda função do sexo, favorecer a vinculação, é mais sutil e tem sido ignorada por muitas pessoas e instituições que teorizam sobre este tema. O sexo  contribui para que o casal permaneça junto após a fecundação até, pelo menos, a idade que a criança gerada se torne relativamente independente. A permanência do vínculo entre o casal após a geração da criança é importante, uma vez isto aumenta a probabilidade que ela sobreviva, se desenvolva saudavelmente e também se reproduza. Tão importante quanto gerar uma criança é tomar as medidas que garantam a sua sobrevivência e o seu desenvolvimento saudável.

A espécie humana é uma das espécies que investe  mais tempo e energia na criação de filhos. Os nossos "filhotes" nascem completamente dependentes e, em condições naturais, onde a nossa espécie evoluiu, eles necessitavam cerca de onze anos para conseguirem sobreviver sem ajuda. Assim sendo, a tarefa de criar filhos é árdua demais para ser realizada por uma só pessoa, embora isto seja possível. Por isso, a natureza criou  mecanismos para aumentar a probabilidade do homem permanecer com a mulher após a cópula, durante a gestão e após o nascimento do filho, e contribuir com esta tarefa. (Este e outros raciocíneos que utilizo aqui fazem parte das teorias sociobiológicas e recebeu o nome de "teoria do investimento parental").

            A crença de que a única função do sexo é a procriação, por si só já produz várias conseqüências negativas. Por exemplo, algumas religiões condenam as práticas sexuais que não estão diretamente e exclusivamente implicadas na procriação. Muitas religiões condenam também várias práticas “artificiais” que impedem a procriação. A religião católica, por exemplo, condena o uso da pílula anticoncepcional porque o seu uso esvazia o sexo da sua função procriativa. Esta mesma linha de raciocínio também é utilizada por diversas outras religiões para condenar a masturbação, o homossexualismo, o sexo anal, etc.


Mecanismos que contribuem para a função vinculativa do sexo

Alguns desses mecanismos são os seguintes:

- Exigência de vínculo afetivo ou compromisso como requisito para a prática sexual. A mulher geralmente exige um certo grau de envolvimento afetivo para iniciar a prática de atividades sexuais e tende a se envolver ainda mais com o parceiro quando pratica o sexo. Irenäus  Eibl-Eibesfeldt, famoso etólogo alemão, afirmou que haveria um mecanismo fisiológico que explica este fenômeno. Segundo este autor, já foram identificadas certas substâncias químicas que seriam liberadas durante a cópula, entre elas a oxitocina, que teriam o efeito de ajudar a criar vínculos com o parceiro sexual.

- Receptividade sexual independente do período fértil. Durante a evolução da nossa espécie, a mulher, após a maturidade sexual, se tornou sexualmente receptiva quase o tempo todo. Nos outros animais, as fêmeas só aceitam a cópula e só se tornam interessadas em copular na época em que estão férteis. Os machos destas espécies não se interessam por aquelas que não estão no cio e procuram se aproximar daquelas que se encontram neste período. As mulheres, por outro lado, aceitam e são interessadas em copular durante quase todos os períodos da sua vida adulta, com exceção, talvez, de alguns dias posteriores ao parto. A receptividade sexual da mulher continua  durante a gestação quando, obviamente, o sexo não tem função procriativa. No caso humano, portanto, os homens não necessitam procurar mulheres que estejam no período fértil para ter sexo. A procura por outras mulheres que estivessem neste período contribuiria para aumentar a probabilidade do rompimento dos vínculos antuais, com aquelas que não estão no cio, o que levaria à formação de novos vínculos. Portanto, naquelas espécies nas quais a função do sexo é quase que exclusivamente a procriação, a atração entre machos e fêmeas só aparece na época do período fértil.

- A motivação sexual ajuda a reconciliação. Quando a motivação para o sexo cresce, o casal fica mais interessado em fazer as pazes para que ele aconteça (“Resolvemos as nossas pendências na cama”). Quando o relacionamento está passando por problemas, as mulheres geralmente ficam menos motivadas para o sexo do que os homens. Assim sendo, os homens ficam mais motivados para tomarem iniciativas reconciliadoras.

-A mulher adquiriu a capacidade do orgasmo. O orgasmo feminino não é necessário para a fecundação. (No entanto, o orgasmo feminino parece contribuir para a gravidez: existem evidências de que naquelas ocasiões quando as mulheres têm orgasmo, há mais retenção de esperma do que nas ocasiões onde o orgasmo não acontece). Existem poucos indícios de que as fêmeas de outras espécies são capazes de ter orgasmo. O orgasmo da mulher é uma das experiências mais prazerosas que ela pode sentir. A intensidade desta experiência contribui para que o sexo seja uma atividade importante e frequente na sua vida e para que ela se mantenha ligada ao parceiro que lhe proporciona este prazer. O grande prazer da mulher durante a prática sexual também contribui fortemente para o prazer da maioria dos homens (para aqueles que se sentem excitados com o prazer e o envolvimento da parceira).

- A natureza perenizou os sinais que tornam a mulher atraente para o homem. Em geral, as fêmeas de outras espécies só se tornam especialmente atraentes para os machos durante os seus períodos férteis. Todo mundo já teve a oportunidade de ver um bando de cães seguindo uma cadela no cio ou ouviu a gritaria dos gatos quando há uma gata no cio nas redondezas. As fêmeas destas espécies sofrem certas transformações na época do cio que as tornam muito atraentes para os machos das suas espécies. As macacas de certas espécies, por exemplo, quando estão no cio exalam um odor característico, mudam a coloração da região da vagina e intumescem os grandes lábios vaginais e apresentam comportamentos provocadores e receptivos. Quando uma macaca apresenta estes sinais, ela atrai fortemente os machos. Quando estes sinais desaparecem, após o cio, a macaca perde essa capacidade excepcional para atrair os machos. Com a mulher isto não acontece. Ela é permanentemente atraente durante boa parte da sua vida. A natureza perenizou na mulher aqueles sinais que em fêmeas de outras espécie só aparecem na época do cio. Estes sinais da mulher são, por exemplo, os seios proeminentes (muito mais do que seria necessário para o aleitamento), os lábios carnudos, o formato do corpo tipo ampulheta. Estes sinais obviamente não se alteram, pelo menos de uma forma claramente perceptível, durante o ciclo menstrual (quase ninguém sabe dizer se uma mulher está no período fértil, inclusive elas próprias, com base apenas nesses sinail). Estes sinais só variam um  pouco com a idade: não estão presentes nas crianças e ficam mais fracos nas idades avançadas. A intensidade destes sinais varia muito pouco durante o ciclo mensal de fertilidade. Por isso, as mulheres são sempre atraentes!

O sexo, além de ser necessário para a procriação e contribuir para a saúde, também ajuda o casal a permanecer junto. Pratique mais essa atividade que só têm boas indicações.

 

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Por Ailton Amélio às 11h27

Sobre o autor

Ailton
Amélio

é psicólogo
clínico,

doutor em Psicologia e professor do Instituto de Psicologia da USP. Autor dos livros "Relacionamento amoroso" (Publifolha), "Para viver um grande amor" (Editora Gente) e "O mapa do amor" (Editora Gente).

Sobre o blog

Um blog sobre relacionamento amoroso e comunicação interpessoal.

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