Blog do Ailton Amélio

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28/05/2016

Como criar clima amoroso para iniciar e usufruir relacionamentos amorosos

O dia dos namorados está chegando. Infelizmente muita gente não consegue iniciar namoros e em muitos relacionamentos já estabelecidos há muito pouco clima romântico.
Muitos namoros não são iniciados e muitos casamentos viraram amizade ou indiferença porque o casal não soube criar ou desligou o clima amoroso de seus relacionamentos.
No início do relacionamento, a falha para criar um clima romântico ou o desligamento desse clima pode impedir o início do namoro ou precipitar o fim do caso que já havia sido iniciado.
O clima romântico foi desligado em muitos relacionamentos duradouros porque o casal passou a se dedicar à resolução de problemas práticos da vida e deixou de reagir romântica e eroticamente ao parceiro 
Para haver relacionamento amoroso são necessários vários requisitos. Três deles são bem conhecidos: amizade, atração romântica / sexual e comprometimento.
Neste artigo vamos examinar alguns dos principais ingredientes dos encontros amorosos bem sucedidos. Esses ingredientes contribuem para a criação e manutenção da atração romântica e sexual entre os casais. Esses encontros devem acontecer frequentemente tanto nos namoros como nos casamentos.
O namoro não foi em frente porque não houve química entre o casal
Uma das falhas mais importantes nos inícios de relacionamentos amorosos é a falta de “química” entre o casal. Essa ausência de clima amoroso acontece porque um ou ambos os parceiros não possuem as características que o outro deseja em um parceiro amoroso ou porque um ou ambos não souberam criar clima romântico. Por isso, o encontro se desenrolou em bases amistosas ou até mesmo impessoais: a base do encontro foi a troca de informações objetivas e assuntos profissionais. No final do encontro, os pretendentes não sentiram nada na linha amorosa. Não houve atração. Não vai deu para continuar…
O casamento virou amizade ou indiferença
O Dia dos Namorados, para muitos casais, será comemorado, quando muito, com trocas de presentes e um jantarzinho especial. Tudo isso, dentro de um clima de formal. Romantismos mesmo, que é bom….

Acabou o clima romântico entre os cônjuges. Agora eles são parceiros para criar os filhos, tratar dos problemas práticos, atender compromissos e participar juntos de programas sociais e recreativos.
Existe ainda algum desejo sexual recíproco, mas ele é mais motivado por necessidades fisiológicas do que pela atração pelo parceiro. 
Infelizmente, algo parecido com a descrição acima ocorre em grande parte dos relacionamentos conjugais que já foram estabelecidos há muito tempo.
Creio que é possível restabelecer uma boa dose de romantismo e de atração sexual entre casais cujos relacionamentos perderam boa parte desses ingredientes tão maravilhosos. No meu consultório, trabalho com a revitalização de relacionamentos que perderam o romantismo (o esvaziamento do relacionamento é a principal causa de separações).
Uma das maneiras de fazer isso é treinar e estimular os casais para que exibam os comportamentos verbais e não verbais que caracterizam o relacionamento romântico. .

Comunicação não verbal e comunicação verbal mostrados nos encontros românticos

Para haver clima romântico é necessário que os parceiros tenham os requisitos exigidos para fins do tipo desse tipo de relacionamento (aparência, educação, modos, etc.). Não basta ter os requisitos mínimos. A admiração e a esperança de reciprocidade são ingredientes essenciais para o nascimento do amor.
Quando os parceiros preenchem os requisitos exigido pelo outro, o clima romântico pode ser criado pelas comunicações não verbal e verbal.
Comunicação não verbal 
Para haver clima amoroso a comunicação verbal e, principalmente, a não verbal devem mostrar a atração que cada parceiro está  sentindo pelo outro.
Os comportamentos e as mensagens não verbais que estão presentes quando há clima amoroso são os seguintes:
– O ambiente onde acontece o encontro é muito importante. Ambientes com muito ruído, com muitos acontecimentos que atraem a atenção atrapalham o início de relacionamentos amorosos. Ambientes intimistas ajudam (iluminação adequada, decoração, disposição das mesas e cadeiras que permitam proximidade entre o casal, etc.). Comida (comer junto ajuda a estabelecer clima de confiança) e bebida (“O superego é solúvel em álcool”) ajudam a criar o clima amoroso. 
– A minha aparência mostra cuidados especiais: a roupa, os cabelos, os acessórios são bonitos e bem cuidados. Preparei-me para ficar mais bonito(a) para você. Isso mostra a importância do nosso encontro.
– O meu corpo mostra sinais de prontidão para o cortejamento. Ele mostra que estou diante de algo que me afeta bastante. Por isso, o meu tônus muscular está alto, as minhas costas estão eretas, etc.
– Não consigo tirar os olhos de você. Você me fascina. Nada que acontece no ambiente é tão importante para mim do que você.
– O meu corpo e a minha face estão voltados na sua direção. A minha atenção duradoura é para você (mostrada pela direção do corpo: frente do tórax, pélvis, joelhos e pés estão voltados na sua direção). 
– Quero ficar perto de você. Uma distância interpessoal mais para íntima do que para social ajuda a criar o clima romântico.
– Não quero obstáculos entre nós. Não quero sentar-me do outro lado da mesa, não quero almofadas e bolsas entre nós.
– O meu tronco inclina-se na sua direção, da mesma forma que estou inclinado por você.
– Reajo intensa e positivamente a tudo que você comunica. Ouço com atenção e mostro como aquilo que você comunica me afeta profundamente. Rio muito, meu corpo dança ao som da sua voz.

CONTINUE A LER NO MEU NOVO BLOG:

http://ailtonamelio.blogosfera.uol.com.br/2016/05/28/como-criar-clima-amoroso-para-iniciar-e-usufruir-o-seu-relacionamento/

 

Por Ailton Amélio às 14h01

22/05/2016

Você sabe recrutar motivações para sentir prazer no seu relacionamento?

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Você ama seu marido, gosta da família dele, sente muita satisfação durante encontros com os amigos dele? Você adora seu emprego, sente prazer na ginástica, adora festas de família, etc.? Sim? Parabéns, você é uma felizarda! Participa dessas coisas que são muito importantes na sua vida com a maior satisfação! Você sente prazer em atividades que muitas pessoas encaram como obrigações chatas!
Você não gosta tanto do seu marido, de ginástica, do seu trabalho, de participar de festas de família, de jogo de futebol…. Não se preocupe demais por isso! Muita gente não gosta dessas situações e atividades.
Muita gente odeia uma ou mais dessas situações e atividades e, por isso, pensa em deixar de participar delas. Essa pode ser uma opção. No entanto, é possível encontrar outras fontes de motivação para participar delas com menos sofrimento e até com prazer!
Dentre essas pessoas que não gostam do que fazem, algumas sofrem menos que outras quando participam delas ou até participam com prazer porque encontraram outras motivações para participar.
Dentro de certos limites, é natural que participemos de atividades quando o conjunto de benefícios recebidos supera o conjunto dos custos que elas apresentam. Outra coisa que é levada é conta são os custos implicados no processo de sair da situação (“Temo os sofrimentos que ocorrem na época da separação. Gostaria de já estar muitos anos depois dessa época. Não estou pronto para enfrentar tanto desgaste e estresse”).

Multimotivações para permanecer no relacionamento amoroso

Para a maior parte das pessoas, o amor é necessário para iniciar um relacionamento amoroso, mas deixar de amar pode não ser suficiente para terminá-lo.
Aqui no Ocidente, a porta de entrada para o casamento é a atração, a paixão e o amor pelo parceiro. No entanto, deixar de amar o cônjuge não é considerado motivo suficiente para terminar o casamento pela grande maioria das pessoas. Com o passar do tempo, essas motivações iniciais vão amainando e, simultaneamente, outras vão crescendo: novas raízes vão sendo desenvolvidas: as vidas dos parceiros vão se entrelaçando: companhia, atividades econômicas, planos, famílias, círculos de relacionamento.
Essas novas motivações fazem que as pessoas permaneçam nos casamentos mesmo quando já não amam seus parceiros com a mesma intensidade do início. Agora, em compensação, existem outras motivações compensadoras!
(Leia mais sobre isso no meus artigo postado no meu blog anterior, www.ailtonamelio.blog.uol.com.br, em 27/09/2015, “Dificuldade para sentir atração atrapalha inícios de relacionamentos”).

Condições e pseudocondições necessárias para atividades amorosas

Você já deve ter ouvido afirmações como as seguintes:
“Se deixo de amar, separo-me!”
“Esse emprego não paga o suficiente. Vou sair!”
“Não vou a festas de família. É só hipocrisia!”
“Não o acompanhei o meu marido naquele evento porque não gosto desse tipo de coisa!”
“Cada um foi fazer suas coisas. Temos gostos diferentes”.
Aqueles que fazem essas afirmações podem estar sendo guiados por dois acontecimentos diferentes: (1) Não sabem recrutar outras motivações para participar de eventos pouco prazerosos e (2) o prazer é realmente uma condição muito importante para participar daquele tipo de evento ou para permanecer naquela situação
Não participar de eventos importantes deve ser a opção preferida apenas quando não tiver graves consequências para o relacionamento ou quando o prazer na participação for muito importante para quem participa (“condição necessária”).
Condições necessárias
É importante saber que certos motivadores não podem ser compensados por outros motivadores ou conjunto de motivadores. Ou seja, eles são condições necessárias para desenvolver ou permanecer em certas atividades e relacionamentos.
Por exemplo, para certas pessoas, um bom grau de prazer sexual é uma condição necessária para o relacionamento conjugal. Nenhuma outra vantagem que possa haver no relacionamento compensa a ausência de boa qualidade das relações sexuais.
Outros exemplos de condições necessárias para certas pessoas:
Haver amor romântico.
Haver uma boa dose de amizade
Haver uma boa dose de comprometimento com o relacionamento
A cultura do parceiro.
Ausência de certos fatores: não haver agressividade, controle, ciúme.
Pseudocondições necessárias
É necessária cautela para concluir que algo é realmente uma condição necessária para si, senão há o risco de conclusões errôneas e ações custosas e equivocadas. Por exemplo, algumas pessoas concluíram erroneamente que não podem viver sem paixão romântica porque isso é apregoado pelas novelas. Por isso, assim que a paixão esmaece, terminam o relacionamento e partem para outro.
Uma parte das pessoas que chegaram a essa conclusão sobre a necessidade da paixão poderia viver feliz sem a presença desse sentimento intenso. A conclusão sobre essa necessidade aconteceu devido ao que se passa nas novelas e não foi fruto do autoexame competente.

Outros exemplos sobre a importância das multimotivações

O que motiva as pessoas que trabalham em empresas?
Quem houve essa pergunta, logo pensa no salário, não é? Realmente ele é importante

CONTINUE A LER NO MEU NOVO BLOG:

 http://ailtonamelio.blogosfera.uol.com.br/2016/05/21/voce-sabe-recrutar-motivacoes-para-sentir-prazer-no-seu-relacionamento/

Por Ailton Amélio às 14h10

14/05/2016

Apaziguamento e reconciliação são essenciais para os bons relacionamentos

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A boa capacidade para produzir o apaziguamento da agressividade e a capacidade de reconciliação contribuem para que as brigas não se agravem e para que a recuperação do bom clima entre os parceiros aconteça mais rapidamente.

Essas capacidades são muito importantes, senão imprescindíveis para manter e desenvolver relacionamentos felizes e duradouros.

Em todo relacionamento, as divergências e brigas são comuns e esperados.

As discussões, se comedidas, podem contribuir para saúde do relacionamento. O que deve ser evitado são as brigas muito frequentes e destrutivas (Leia o meu artigo, “Código de conduta que rege as brigas proveitosas entre casais'', postado no meu blog anterior, www.ailtonamelio.blog.uol.com.br, em 30/092012).

).

A deterioração do clima positivo

Quando gostamos de uma pessoa, lhe concedemos crédito: tendemos a olhar tudo que lhe diga respeito com um olhar positivo e benévolo. Isso acontece com amigos, filhos, maridos. Tendemos a ser empáticos com eles. Colocamo-nos facilmente nas suas perspectivas, tendemos a ver os motivos dos seus erros e a diminuir a gravidade desses erros (“Errar é humano”).

Quando acontecem coisas graves e ruins, podemos retirar esse crédito e passar a avaliar ato a ato. Quando as coisas ficam piores ainda, podemos olhar tudo por um viés negativo: a demonização do parceiro.

Esse clima ruim pode ser revertido algumas vezes. Mas pode ser difícil revertê-lo.

As brigas, desentendimentos, ressentimentos estão entre as principais causas das separações (as outras duas principais causas são o esvaziamento do relacionamento e a traição). Isso acontece porque, além dos danos infringidos durante a briga, após um episódio desagradável, as atitudes mútuas ficam alteradas, a percepção do parceiro pode passar de simpatia, confiança e boa vontade para a percepção de antipatia, desconfiança e má vontade.

Este estado negativo aumenta as chances de novas brigas e favorece uma reconfiguração negativa da imagem mútua dos parceiros.

Aumenta a chance de novas brigas porque os ânimos ficam negativamente alterados. O copo já está cheio. Basta uma nova gota d’água para que ele transborde novamente.

O que estamos sentindo por uma pessoa dispara a busca por evidências confirmatórias e assemelhadas. Por exemplo, quando estamos fascinados por alguém, passamos o tempo todo lembrando de coisas positivas que aconteceram no relacionamento com ela. Também ficamos fantasiando outras coisas positivas que poderiam acontecer. Esses pensamentos reforçam a imagem da pessoa e do relacionamento com ela de forma semelhante à ocorrência de novos eventos positivos. Infelizmente, nos estados negativos acontece o contrário: ficamos o tempo todo relembrando fatos negativos sobre a pessoa. Essas relembranças vão solidificando a imagem negativa dessa pessoa!

Quanto mais rapidamente acontece a reconciliação, menor a deterioração da imagem do parceiro que foi iniciada com os desentendimentos.

Algumas atitudes dificultam a reconciliação: algumas pessoas não querem dar o braço a torcer. Quem se acha com a razão, espera que a outra parte tome a iniciativa de reconciliação.

Apaziguadores

Todos os animais que são capazes de infringir danos sérios aos seus conspecíficos (possuem garras, dentes, força física, etc.) possuem comportamentos que são eficientes para apaziguar e diminuir as chances da continuidade e para diminuir a intensidade das agressões.

Exemplos de apaziguadores

O cãozinho se depara com um adulto grandão. O grandão avança rapidamente na sua direção. O cãozinho deita-se de barriga para cima e solta algumas gotas de urina. Esses comportamentos do cãozinho inibem a agressividade do cão adulto.

Comunicação não verbal apaziguadora

A mãe pega o chinelo e vai na direção de Robertinho. Robertinho levanta os braços, as palmas das mãos abertas estão voltadas na direção da mãe, ele baixa cabeça e inclina o tórax e flexiona as pernas, o que o faz parecer bem menor do que é, torce o tronco de tal forma que quase dá as costas para a mãe (oferecer o trazeiro é um apaziguador em várias espécies de primata). Evita encará-la, mas olha de esguelha para ela (encarar geralmente é desafiador e provoca mais agressões).

Todos esses comportamentos inibem a agressividade da mãe e ela perde o ímpeto de agredi-lo. Se houver alguma agressão física, ela será atenuada em relação ao que ocorreria caso o apaziguamento não tivesse acontecido. Quando isso acontece, a mãe pode se limitar a fazer-lhe ameaças verbais e proferir xingamentos.

Nas brigas entre adultos, o apaziguamento pode ser produzido por comportamentos semelhantes e mais discretos do que aqueles exibidos por Robertinho: diminuição do volume do corpo, não encarar, afinar a voz….

Apaziguadores e reconciliadores

Ouvir

Na nossa espécie, um santo remédio para aplacar a ira e desarmar os espíritos é ouvir o parceiro de forma especial: ouvir sem se defender, com empatia, interesse e sem pressa.

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Por Ailton Amélio às 13h21

09/05/2016

Desânimo? Libere energia interna e conecte-se à situações estimuladoras

A seguinte história mostra como certas pessoas perdem a capacidade de acionar energias internas e externas para animar suas vidas:

A vida de Juliana estava bem monótona e nada animadora. Parecia que a sua sorte já havia sido lançada e que, agora, a vida seguiria seu curso inexorável rumo à velhice. Ela não havia se casado, não tinha filhos e nunca teve um bom relacionamento amoroso. O que era pior, havia formado a convicção que na sua idade as chances de sucesso no terreno amoroso eram muito reduzidas.
Só lhe restava se conformar e matar suas expectativas de realizar-se amorosamente.
A sua autoestima neste terreno era baixa. Havia concluído que, certamente, havia algo de muito errado com ela, o que explicaria o seu insucesso nesta área.
Os fracassos anteriores no campo amoroso, a imagem que formou de si mesma como desinteressante ou desastrosa na área amorosa e a falta de acontecimentos nesta área fizeram que ela se sentisse muito desanimada e desmotivada para qualquer nova tentativa neste terreno. Esse desânimo, baixa motivação e descrença aumentavam suas chances de insucesso: ela não tinha forças internas para tomar novas iniciativas e para procurar situações que aumentassem suas chances de encontrar parceiros que se interessassem por ela e, assim, lhe dessem uma injeção de ânimo.
Esse conjunto de fatores desestimulantes abatia o seu ânimo, desestimulava novas tentativas neste setor e, por tudo isso, realmente causavam a diminuição de suas chances de sucesso no campo amoroso.
Esta espiral descendente de expectativas e falta de iniciativas funcionava como “expectativas autorrealizadoras”: suas crenças contribuíam fortemente para que aquilo que ela cria realmente ocorresse – não teria sucesso no campo amoroso. Se mantivesse essa perspectiva, ela podia jogar a toalha e render-se ao curso do envelhecimento celibatário.

 

Aprendendo a liberar energia interna e conectar-se à situações estimulantes
Simplificando as coisas, podemos imaginar que somos parecidos com carros flex que funcionam com dois tipos de energia.
No nosso caso, funcionamos com energia “interna'' e com energia “externa''.
Fonte interna: certas pessoas encontram muita energia dentro delas próprias: se entusiasmam com suas ideias, imaginações, propósitos, etc.
Fonte externa: certas pessoas são abastecidas de energia pelo que ocorre fora delas: encontros com outras pessoas, viagens, festas, namoros, negócios, prestígio, etc.
De fato, todos nós trabalhamos com uma mistura desses dois tipos de energia.
A proporção de cada energia nessa mistura varia desde alto grau de energia interna e baixo grau de energia externa até o inverso.
O uso desses dois tipos de energia também pode variar de acordo com o tipo de situação. Por exemplo, pode haver muito aproveitamento de energia externa durante uma conversa animada com uma pessoa atraente e carismática e muita geração energia interna quando estamos nos esforçando e persistindo para concluir uma tarefa chata.
Estou trabalhando no desenvolvimento de procedimentos terapêuticos para ajudar pessoas pouco energéticas a aprenderem a gerar e liberar energia interna e a se conectarem com situações e acontecimentos externos que produzem energia.
Para liberar energia interna é necessário livrar-se de cicatrizes, repressões e concepções castradoras.
Desbloqueando energias internas
O medo e a necessidade de segurança fazem que sejamos muito cautelosos e nos mantenhamos nos trilhos do que deu certo anteriormente. Manter-se nos trilhos aumenta a segurança imediata, mas mata a criatividade e a vitalidade.

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Desânimo e desmotivação? Procure a ajuda de um psicólogo

Por Ailton Amélio às 12h04

Sobre o autor

Ailton
Amélio

é psicólogo
clínico,

doutor em Psicologia e professor do Instituto de Psicologia da USP. Autor dos livros "Relacionamento amoroso" (Publifolha), "Para viver um grande amor" (Editora Gente) e "O mapa do amor" (Editora Gente).

Sobre o blog

Um blog sobre relacionamento amoroso e comunicação interpessoal.

Histórico